Complexidade

As “estórias” de um estudante de Ciências da Complexidade.

Archive for Novembro 2006

Modelo CarryDrop

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Seguindo o exemplo Carry Drop criado por John T. Murphy da universidade do Arizona fiz uma apresentação numa aula de sociologia sobre o modelo. O modelo é excelente para quem se quiser iniciar no Repast uma vez que permite que passo a passo se possa aprender os funcionamento da biblioteca.

pdf: [CarryDropModel]

Escrito por David Rodrigues

Novembro 30, 2006 em 1:32 pm

Publicado em Cadeiras, Mestrado, Modelação

Metodologias de Investigação

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Quase todos os cursos as tem, quase todos as odeiam e ninguém consegue fugir delas. Nomeadamente ninguém consegue fugir à construção de um projecto se efectivamente pretender continuar com o trabalho de produção de tese.

Contudo a cadeira de Metodologias de Investigação sofre de um problema, comum a muitas cadeiras horizontais: Na sua generalidade dispersa-se por áreas e assuntos que são de pouco interesse para os intervinientes de uma área científica específica e transformam esta cadeira numa especie de matemática à qual ninguém pode fugir, mas da qual todos receiam os piores resultados.

Na minha opinião esta cadeira faria sentido se fosse mais balizada dentro dos cursos de mestrado em que é leccionada, funcionando como uma cadeira de acompanhamento do aluno, funcionando como ferramenta de desenvolvimento e evolução. Acho que metodologias de investigação é por aquilo que se propõe uma cadeira excelente para ser considerada uma cadeira prática e não uma cadeira teórica como é apresentada comumente.

Nota: dentro de 15 dias tenho que apresentar um pré-projecto de tese, na cadeira de MI.

Escrito por David Rodrigues

Novembro 22, 2006 em 3:53 pm

Publicado em Cadeiras

Ciências da Complexidade

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Talvez o mais complicado deste curso seja definir o que é. Sendo plural, ciências, parece ainda não se constituir como uma disciplina, mas contudo a existência do curso seja já sintomático que as ciências da complexidade caminham para ciência da complexidade e cada vez mais se tornem autónomas e com um corpo de investigadores próprios. Mas as ciências da complexidade são também um novo paradigma da investigação científica em que cada vez menos clássico, o trabalho de investigação vive num turbilhão de disciplinas onde o todo não é igual à soma das partes. A chamada interdisciplinaridade.

Nesta aventura a que me propuz talvez o primeiro grande desafio seja conseguir colocar de forma simples o que afinal é isto de ciências da complexidade. É uma tarefa para dois anos, para muitas noites sem dormir, para muitas ideias geniais (mesmo que depois sejam grandes disparates), é o tornar a ser criança, libertar o espirito dos preconceitos e absorver novas formas de pensar e ver o mundo.

É afinal a aventura do conhecimento.

Escrito por David Rodrigues

Novembro 20, 2006 em 8:53 pm

Publicado em Complexu, Mestrado